Objectivos

Promover universalmente os valores da fraternidade, de acordo com a gramática histórica já enunciada na Declaração Universal dos Direitos do Homem;

Alertar para os perigos e situações que atentem contra a sobrevivência do Homem, lutando pela dignidade dos indivíduos que formam a família humana, guiados pelos valores da liberdade, da paz, da justiça e da tolerância, sem preconceitos e sem concessões a relativismos ou a fundamentalismos redutores;

Criar as condições para a realização de um Monumento que, pela filosofia, pela arte e pela comunicação, sirva de referência e estímulo ao desenvolvimento da fraternidade entre os homens.

Promover uma subscrição pública internacional e apelar aos contributos imateriais e materiais voluntários para realizar este objectivo.

Proclamar estes valores de forma permanente, sistemática e participada através de acções a desenvolver em diferentes partes do Planeta tomando por farol o monumento cosmopolita e participado que se deseja erguer.

Sensibilizar a opinião pública mundial, as autoridades políticas e as organizações para a necessidade imperiosa de promover o espírito fraterno anunciado na Declaração Universal dos Direitos do Homem;

Usar convenientemente os novos instrumentos de comunicação para unir as pessoas, aprofundar as ideias sintetizadas na presente Acto Declarativo e efectivar a organização proposta;

Articular-se e trabalhar com instituições e ONGs que reconhecidamente se identifiquem com os princípios, valores e objectivos da HUMANA FRATERNITAS;

Promover a divulgação do património histórico legado por todos os que defenderam os valores da Fraternidade e o trabalho dos que continuam a destacar-se na sua defesa e promoção;

Estimular os mais jovens a liderar iniciativas que promovam uma cultura de liberdade, de responsabilidade e de fraternidade.

Promover junto dos responsáveis pelas políticas de educação e juventude a necessidade de estabelecer como prioridade a cultura de cidadania e da defesa integral dos valores contidos na DUDH;

Proclamar que a razão, a consciência e os afectos são fundamentais à vida dos indivíduos e da sociedade, como elementos essenciais da liberdade, da justiça e da paz perpétua e universal.