Actividades

 

 

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE EDGAR MORIN ” FRATERNIDADE, PORQUÊ ?
PARA RESISTIR À CRUELDADE NO MUNDO

Dia 10 de dezembro 2024, 20:30h

Templo da PoesiaParque dos Poetas (Oeiras)

 Apresentação do livro  de Edgar Morin“Fraternidade, Porquê: Resistir à Crueldade do Mundo” porJosé Eduardo Meira da Cunha /Nuno Martins Ferreira

 A edição desta importante obra de Edgar Morin é fruto da parceria ASSOCIAÇÃO HUMANA FRATERNITASGRANDE ORIENTE LUSITANO – MAÇONARIA  PORTUGUESA

A apresentação do livro precede a sessão “Nómadas do Pensamento

 

CONVITE

Nómadas do Pensamento”

“O desafio de pensar os Direitos Humanos na atualidade”

(no dia da assinatura da Declaração Universal dos Direito Humanos)

Com o António Vitorino e a Isabel Galriça Neto

Dia 10 de dezembro, 21h30

Templo da Poesia, no Parque dos Poetas (Oeiras)

Antes, pelas 20:30h, será apresentado o livro de Edgar Morin“Fraternidade, Porquê: Resistir à Crueldade do Mundo”

 

****

COMEMORAÇÃO DO ANIVERSÁRIO DA DUDH – 9 DE DEZEMBRO 2022 ,

CENTRO CULTURAL DE CASCAIS

Para assinalar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, vai realizar-se uma Sessão Comemorativa, aberta ao público, no Grande Auditório do Centro Cultural de Cascais, no dia 9 de Dezembro (sexta feira)  às 18:30 H

Organizado  pela Associação Humana Fraternitas  e a Fundação D. Luis I e o apoio da Universidade Aberta, esperamos  que este evento venha a ter um significativo apoio e uma adesão bem expressiva, considerando  a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos como referência civilizacional , especialmente no contexto da terrível crise geopolítica e ambiental que a Europa e o Mundo estão a viver.

 

 

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é jardim-da-humanidade-1-3.jpg

POR UM MONUMENTO À FRATERNIDADE UNIVERSAL

EXPOSIÇÃO NO LICEU PASSOS MANUEL

uma ideia gráfica do jardim da humanidade

nas escolas semeadoras

No contexto social de incertezas, ansiedades e crises de natureza diversa resultantes da pandemia viral, a comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos – especialmente neste ano do 75º Aniversário da Carta das Nações Unidas – impõe-se como um momento de grande simbolismo para reavivar a esperança da construção de um futuro melhor, mais justo e mais fraterno.

Assim, o Agrupamento de Escolas Passos Manuel, a Associação Humana Fraternitas, a Liga Portuguesa dos Direitos Humanos – Civitas, e a Universidade Lusófona uniram-se para celebrar os Direitos Humanos e o dever de Fraternidade enunciados na Declaração Universal proclamada em 10 de Dezembro de 1948.

Neste sentido e observando com rigor as normas sanitárias inerentes à situação pandémica, no Dia internacional dos Direitos Humanos, 10 de  Dezembro, estará patente no Átrio de entrada do emblemático Liceu Passos Manuel, na Travessa do Convento de Jesus, em Lisboa, uma exposição da expressão gráfica da autoria do cenógrafo José Manuel Castanheira com uma ideia para a construção de um Monumento à Fraternidade Universal e aos Direitos Humanos que se pretende erguer na margem europeia do Atlântico, em território português, numa latitude correspondente à da Estátua da Liberdade, na zona da Aveiro.

A proposta do Monumento foi objeto de uma Petição Pública apresentada à Assembleia da República, da iniciativa da Associação Humana Fraternitas, visando a criação de condições colaborativas e a envolvência da sociedade civil, agentes políticos e organizações nacionais e internacionais, que possibilitem a concretização do projeto a arrancar, desejavelmente, durante o ano em que se assinala o 75º Aniversário da Carta das Nações Unidas.

A exposição no Liceu Passos Manuel (cujo agrupamento escolar é frequentado significativamente por crianças de 27 nacionalidades) integra-se na dinâmica do conceito das “escolas semeadoras” onde germinam ideias humanistas e cívicas inspiradas na Carta das Nações Unidas e na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Na era da Globalização o projeto do Monumento à Fraternidade Universal e aos Direitos Humanos proposto pela Humana Fraternitas e a que o arquiteto e cenógrafo José Manuel  Castanheira deu expressão plástica nesta exposição, projeta a ideia do “Jardim da Humanidade” e baseia-se no lema da Associação HF, inspirado na memorável expressão de Martin Luther King: Soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira …. Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.

4 de Dezembro 2020

 JANTAR/DEBATE COMEMORATIVO DO 71º ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DIA 7 DE DEZEMBRO DE 2O19 20:30 H – RESTAURANTE CARAVELA D’OURO
JARDIM DE ALGÉS

O debate, com a participação do jornalista Henrique Monteiro, do Prof. Catedrático. Nelson Lourenço da UNL e do Prof. Paulo Mendes Pinto, Coordenador da área de Ciência das Religiões da U Lusófona  terá como tema central:

“A Declaração Universal dos Direitos Humanos e o dever de fraternidade na Sociedade Global”
 

Tópicos para debate:
O constitucionalismo na sociedade global. Uma Constituição Universal fundada na ética e na ecologia e integradora da DUDH.

Evitar a“tragédia dos comuns” num planeta de todos: a ecologia de um mundo sustentável;O dever de Fraternidade na DUDH: serão as leis suficientes para governar ?

O que deverá ser um monumento à Fraternidade Universal na Sociedade da Informação e do Conhecimento.

PARTICIPA
Inscrições até ao dia 4 de Dezembro. Preço 25 euros 
(jantar)

 

FESTA-VIGÍLIA DO 70º ANIVERSÁRIO DA DUDH

IMG_2233

Em parceria pedagógica e cívica de sensibilização social, a Associação Humana Fraternitas, a Liga Portuguesa dos Direitos Humanos, a Junta de Freguesia da Misericórdia, o Agrupamento Vertical de Escolas Baixa-Chiado, a Universidade Lusófona, a Fundação ADFP e o Grémio Lusitano uniram-se para celebrar em público o 70º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948-2018).

A Festa-Vigília decorreu no domingo, dia 9, a partir das 16 horas, no Jardim de S. Pedro de Alcântara, durante a qual foi distribuida uma brochura com o texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos e dois poemas de António Gedeão. Na segunda feira, as “escolas semeadoras” do Agrupamento Baixa-Chiado também distribuíram exemplares da DUDH nas ruas da baixa lisboeta.

A iniciativa destinou-se a alertar para a necessidade e urgência de estimular os sentimentos e a prática da Fraternidade em conformidade com a Declaração Universal das Nações Unidas, para uma relação equilibrada e inteligente entre as Sociedades Humanas e a Natureza para lidar com as oportunidades e ameaças às condições de vida no nosso Planeta, confiantes de que “as estratégias colaborativas fazem parte da composição biológica homeostática dos seres humanos” de acordo com António Damásio.

Volvidos 70 anos desde a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações há que insistir no apelo à razão e à consciência dos seres humanos para assumirem o dever fundamental humanista de agirem uns para com os outros em espírito de fraternidade, condição evolutiva fundamental para a liberdade, a justiça e a paz.

IMG_2237IMG_2253

poster (2) (1)

14/10/2016

SESSÃO COMEMORATIVA DA PROCLAMAÇÃO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM

Associação Humana Fraternitas e a Câmara Municipal de Lisboa, realizaram no dia 14 de Dezembro de 2016 uma sessão comemorativa do 67º aniversário da Proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A sessão teve lugar no Auditório dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, Avenida Afonso Costa, 41 – entre as 17H30 e as 20H00.

Este evento comemorativo teve como oradores, a cientista Maria Manuel Mota, o jornalista Henrique Monteiro e o político José Magalhães e contou com a participação do Quarteto de Cordas da Banda da GNR e do actor André Gago.

A Associação Humana Fraternitas tem projectado um conjunto de acções das quais se destaca a realização de um monumento, de expressão e acessibilidade universal que, pela filosofia, pela arte e pela comunicação, sirva de referência e estímulo ao desenvolvimento da fraternidade humana.

Outro objectivo da Associação Humana Fraternitas é o de promover a instituição do Ano Mundial da Fraternidade, se possível em 2018, com um programa de iniciativas de sensibilização da opinião pública e das entidades responsáveis para a necessidade vital de fomentar a Fraternidade e Tolerância entre os Homens.

***********

9/12/2017

NOVVO simboloHF

COMEMORAÇÃO  DO 69º ANIVERSÁRIO
DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Lançamento de Pedição Pública para que 2018 seja declarado ANO DA FRATERNIDADE

No dia 9 de Dezembro, vésperas da data exacta do aniversário da Proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU, a Associação Humana Fraternitas celebrou o acontecimento com um jantar aberto,  no Restaurante A Caravela d’Ouro, no Jardim de Algés, pelas 20 horas, em que estiveram presentes mais de uma centena de pessoas.Neste evento celebrativo, será lançada a subscrição de uma Petição Pública para que 2018 seja declarado ANO DA FRATERNIDADE para assinalar 0 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (10 de Dezembro de 1948). A petição foi subscrita por mais de um milhar de pessoas, ainda assim em número insuficiente para poder entrar oficialmente como petição na Assembleia da República.

No jantar comemorativo, em que intervieram a Deputada  Elza Pais, Presidente da Subcomissão da Igualdade da Assembleia da República e Prof. Germano de Sousa, antigo Bastonário da Ordem dos Médicos e o presidente da Direção da HF.

TEXTO DA PETIÇÃO PÚBLICA APRESENTADO PARA SUBSCRIÇÃO

70º ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

2018 ANO DA FRATERNIDADE

Celebrando-se em 2018 o 70º Aniversário da Proclamação da DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, a Associação Humana Fraternitas, no cumprimento dos seus fundamentos estatutários, procura desenvolver ideias e actividades para a promoção dos valores da Fraternidade Humana expressos nos princípios constitutivos das Nações Unidas e da DUDH. Neste sentido, submete à subscrição pública o pedido a dirigir à Assembleia da República para que o ano de 2018 seja declarado Ano da Fraternidade, como importante passo para que o dia 10 de DEZEMBRO venha a ser instituido oficialmente como DIA INTERNACIONAL DA FRATERNIDADE, sensibilizando para a necessidade vital de fomentar o estabelecimento da Tolerância e da Paz entre os Homens.

Esta proposta, aberta à subscrição de todos os cidadãos, inscreve-se nos princípios e valores da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que proclama  logo no seu artigo  1º :Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, em cujo título ressaltam os termos DIREITOS HUMANOS, significativamente, logo no seu artigo primeiro afirma que ,“dotadas de razão e consticência, as pessoas devem agir entre si em espírito de Fraternidade”. Começa, pois, , por falar de deveres: E desde logo o dever de Fraternidade. Na realidade,é a partir dele que se podem estruturar outros deveres e nela assentam os direitos.que ela defende

A consignação dos Direitos e os mecanismos positivos da sua defesa são importantes e fundamentais. Ninguém de bom senso duvida da sua primazia e necessidade. Mas, não é por serem, porventura, de aparência e natureza mais subtil e não serem coercivos que os deveres são menos importantes. Pelo contário, a nosso ver são mais importantes e fundamentais, porque são intangíveis como a consciência a moral e a ética, e outras propriedades essenciais Humanas. Porque pertencem ao nível superior da totalidade do Homem e da sua dignidade: ou seja porque habitam o “território” natural e essencial da espiritualidade positva e acessível das pessoas.

É precisamente neste domínio que continuarão a impor-se as qualidades diferenciadoras dos seres humanos face às máquinas por eles criadas, por muito artificialmente inteligentes que possam ser. É exactamente por isso, que deveres como o de agir em relação aos outros em espírito de Fraternidade, são também mais eficazes como suporte da construção humanista da sociedade. Simplesmente porque a sociedade é´feita de outros e com outros, sem o que nem sequer é. Mas esta ALTERIDADE para ser construtiva, tem que ser fraterna e não indiferente ou odiosa. E nem sequer carece de forças e instrumentos de coercividade para se realizar. Exige, isso sim Liberdade por partir da consciência. E requer igualdade basilar para que se possam expimir a autonomia de cada um e as diferenças que tudo caracterizam para que haja evolução.

A Associação Humana Fraternitas pretende agregar Cidadãos livres, oriundos de diferentes nacionalidades, culturas, gerações e condições sociais, convergentes na ideia de que a Fraternidade é um dever de acção cívica e moral e uma necessidade evolutiva inalienável da grande Família Humana.

Nos objectivos fundacionais da Humana Fraternitas está prevista uma ampla mobilização de vontades no sentido de erigir um MONUMENTO À FRATERNIDADE, de expressão e acessibilidade universal que, pela filosofia, pela arte e pela comunicação, possa servir de referência e estímulo ao desenvolvimento da Fraternidade Humana a que apela a DUDH.

Associação Humana Fraternitas

++++

21/3/2018

posterA4_final

DIA DA ÁRVORE E DIREITOS HUMANOS

CELEBRAÇÃO EM DEFESA DO PLANETA TERRA E DA VIDA / ESCOLAS SEMEADORAS

Numa parceria pedagógica e de sensibilização social o Agrupamento Vertical de Escolas Baixa-Chiado (com sede no antigo Liceu Passos Manuel), e a Associação Humana Fraternitas uniram-se para celebrar o DIA DA ÁRVORE E DA FLORESTA, no dia 21 de Março. Esta celebração integra-se nas comemorações do 70º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948-2018). A iniciativa conjunta de natureza pedagógica e de cidadania destina-se a alertar para a necessidade e urgência de estimular os sentimentos da Fraternidade Humana e sua relação equilibrada com a Natureza como forma evolutivamente inteligente de enfrentar os desafios que se colocam à família Humana numa época axial de mudanças, a um tempo geradoras de novas oportunidades e também ameaçadoras  para o Planeta Terra e consequentemente  para a vida de todos os seres que nela habitam.

Neste sentido, o Agrupamento de Escolas Baixa-Chiado, que integra entre a sua população escolar alunos de 37 nacionalidades com diferentes culturas; e a Humana Fraternitas, associação que se baseia e procura projectar a Ideia fundamental da Declaração Universal dos Direitos Humanos de que “ dotadas de razão e consciência as pessoas devem agir entre si em espírito de fraternidade” decidiram celebrar o DIA DA ÁRVORE, semeando a ideia de construir simbolicamente novos Jardim do Mundo, propondo às crianças das diversas nacionalidades deste Agrupamento que simbolicamente o iniciem na Escola com diferentes espécies da vida vegetal mais características dos seus países de origem.

O Agrupamento de Escolas Baixa-Chiado  é expressão  real e simbólica da diversidade colaborativa que se requer como ideia estruturante da nossa polis global. Como afirma António Damásio no seu livro mais recente, “as estratégias cooperativas fazem parte da composição biológica homeostática dos seres humanos, o que significa que o embrião da resolução de conflitos está presente nos grupos humanos,  a par da tendência para conflitos”.

É neste quadro planetário que a celebração no início da Primavera do Dia da Árvore e da Floresta (e também Dia da Poesia) no ano em que se assinalam os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos representa a ideia construtiva das escolas semeadoras de um futuro mais pacífico, mais justo, mais fraterno e mais belo.

PROGRAMA – 21 de MARÇO

IMG_0071

10 – 10:45 HORAS Sessão no auditório do antigo liceu Passos Manuel

Intervenções 

Aluno (apresentação da Declaração Universal dos Direitos Humanos)

Presidente do Agrupamento de escolas

Direcção da Humana Fraternitas

Convidado

Piano – execução de uma peça do pianista José Pedro Correia

Poesia

11-11:45 HORAS

Plantio e semeadura

Início da execução do mural “Novos Jardins do mundo”

12 HORAS e DURANTE A TARDE

No Chiado e ruas da Baixa

Distribuição do folheto da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Dia da arvore liceuIMG_0086Dia da arvore 1

Lisboa, 4 de Dezembro 2020

 JANTAR/DEBATE COMEMORATIVO DO 71º ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DIA 7 DE DEZEMBRO DE 2O19 20:30 H – RESTAURANTE CARAVELA D’OURO
JARDIM DE ALGÉS

O debate, com a participação do jornalista Henrique Monteiro, do Prof. Catedrático. Nelson Lourenço da UNL e do Prof. Paulo Mendes Pinto, Coordenador da área de Ciência das Religiões da U Lusófona  terá como tema central:

“A Declaração Universal dos Direitos Humanos e o dever de fraternidade na Sociedade Global”
 

Tópicos para debate:
O constitucionalismo na sociedade global. Uma Constituição Universal fundada na ética e na ecologia e integradora da DUDH.

Evitar a“tragédia dos comuns” num planeta de todos: a ecologia de um mundo sustentável;O dever de Fraternidade na DUDH: serão as leis suficientes para governar ?

O que deverá ser um monumento à Fraternidade Universal na Sociedade da Informação e do Conhecimento.

PARTICIPA
Inscrições até ao dia 4 de Dezembro. Preço 25 euros 
(jantar)