vamos plantar a macieira

corda branca com o nó da Paz e da Fraternidade Humana
Existem 198 bandeiras símbolos nacionais de outros tantos 198 países.
O símbolo da Humana Fraternitas exprime-se num círculo aberto no qual se inscreve uma circunferência. Neste círculo articulam-se os teoremas de Tales e de Pitágoras, conceitos matemáticos/geométricos basilares. A partir deles se desenvolveu conhecimento fundamental, desde a trigonometria que é a parte da matemática que estuda as relações existentes entre os lados e os ângulos dos triângulos, e tantas outras formulações matemáticas. Sem as bases em que assenta o símbolo da HF não teríamos cognições que permitem descobrir, explorar e viajar na imensidão do Espaço Sideral. A Humana Fraternitas utiliza a expressão gráfica destes teoremas para transmitir simbolicamente os propósitos da sua existência.
Acrescentou-se um segmento de corda branca, cor simbólica da Paz e da Fraternidade, com um nó que reforça a unidade das finas linhas que se entrelaçam para formar a corda da Paz e da Fraternidade, como no subtil sistema relacional da física quântica. Um processo que dá força e resistência e novas qualidades ao conjunto dos incontáveis filamentos que formam as cordas.
O nosso desejo e propósito é que todas as bandeiras do mundo – da lapela das pessoas às bandeiras de países e organizações – acrescentem aos seus símbolos o nó dos fios da corda branca da Paz e da Fraternidade que se estenda a toda a Humanidade.
Utopia? Talvez. Mas, como escreveu Oscar Wild, “um mapa do mundo que não inclua a utopia não merece o mais breve olhar” .
Building Fraternitas for Peace
São aflitivas as crises que ameaçam indistintamente toda a humanidade, principalmente as de natureza social, biossanitária e ambiental. Seguir-se-á, naturalmente, uma nova aurora civilizacional, com desenvolvimentos imprevisíveis. Inspirados no aforismo, há que saber esperar o inesperado, com humildade e também sem passividade e usando sempre a razão crítica e a consciência.
O tempo evolutivo em que vivemos exige um olhar abrangente para compreender a natureza de todas as coisas e saber agir com consciência da realidade; vive-se um tempo de profunda incerteza em relação ao futuro do Planeta, das formas de vida que nele se realizam e da Sociedade Humana.
Diz-se que as crises podem produzir tragédias irremediáveis. Outrora provocadas sobretudo por usos abusivos de baldios e outros bens comuns, as novas “tragédias dos comuns” têm agora dimensões à escala planetária: o ar que todos respiram, a água que todos bebem, as terras que alimentam, os mares que dão vida…
Mas as crises também podem gerar oportunidades. Essas só podem ser as que o conhecimento e pensamento humanista, bem como o desenvolvimento científico e tecnológico podem trazer, se forem orientadas e usadas para benefício da Humanidade.
Na sequência de uma Petição ao Parlamento Europeu, apresentada pela Associação Humana Fraternitas, em 2018, no 70º aniversário da Declaração da Declaração Universal dos Direitos Humanos, cuja admissibilidade foi regimentalmente aceite pela Comissão; e também o reconhecimento e aceitação pela Assembleia da República Portuguesa de uma outra petição, em Outubro de 2020, o Município do Fundão e a HF decidiram assumir o projeto de erigir um Monumento à Fraternidade e aos Direitos Humanos, na margem europeia do Atlântico, sensivelmente defronte da Estátua da Liberdade.
O objetivo de construir um Monumento dinâmico da modernidade, multifacetado e inspirador, num lugar em que as Culturas do Atlântico e do Mediterrâneo se juntam, tem o propósito de promover universalmente o valor ontológico da Fraternidade, de acordo com o espírito e a gramática da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ou seja, como elemento político basilar da cidadania global promotor da Dignidade e dos Direitos Fundamentais de todos os seres humanos.
Guia-nos uma vontade inspirada em Luther King:
“Soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira. Temos aprendido a voar como os pássaros e a nadar como os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos”.
JUNTOS VAMOS PLANTAR A MACIEIRA
POR UM MONUMENTO À FRATERNIDADE E AOS DIREITOS HUMANOS[JC1]

Building Fraternitas for Dignity
São aflitivas as crises que ameaçam indistintamente toda a humanidade, principalmente as de natureza social, biossanitária e ambiental. Seguir-se-á, naturalmente, uma nova aurora civilizacional, com desenvolvimentos imprevisíveis. Inspirados no aforismo, há que saber esperar o inesperado, com humildade e também sem passividade e usando sempre a razão crítica e a consciência.
O tempo evolutivo em que vivemos exige um olhar abrangente para compreender a natureza de todas as coisas e saber agir com consciência da realidade; vive-se um tempo de profunda incerteza em relação ao futuro do Planeta, das formas de vida que nele se realizam e da Sociedade Humana.
Diz-se que as crises podem produzir tragédias irremediáveis. Outrora provocadas sobretudo por usos abusivos de baldios e outros bens comuns, as novas “tragédias dos comuns” têm agora dimensões à escala planetária: o ar que todos respiram, a água que todos bebem, as terras que alimentam, os mares que dão vida…
Mas as crises também podem gerar oportunidades. Essas só podem ser as que o conhecimento e pensamento humanista, bem como o desenvolvimento científico e tecnológico podem trazer, se forem orientadas e usadas para benefício da Humanidade.
Na sequência de uma Petição ao Parlamento Europeu, apresentada pela Associação Humana Fraternitas, em 2018, no 70º aniversário da Declaração da Declaração Universal dos Direitos Humanos, cuja admissibilidade foi regimentalmente aceite pela Comissão; e também o reconhecimento e aceitação pela Assembleia da República Portuguesa de uma outra petição, em Outubro de 2020, o Município do Fundão e a HF decidiram assumir o projeto de erigir um Monumento à Fraternidade e aos Direitos Humanos, na margem europeia do Atlântico, sensivelmente defronte da Estátua da Liberdade.
O objetivo de construir um Monumento dinâmico da modernidade, multifacetado e inspirador, num lugar em que as Culturas do Atlântico e do Mediterrâneo se juntam, tem o propósito de promover universalmente o valor ontológico da Fraternidade, de acordo com o espírito e a gramática da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ou seja, como elemento político basilar da cidadania global promotor da Dignidade e dos Direitos Fundamentais de todos os seres humanos.
Guia-nos uma vontade inspirada em Luther King:
“Soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira. Temos aprendido a voar como os pássaros e a nadar como os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos”.
JUNTOS VAMOS PLANTAR A MACIEIRA
POR UM MONUMENTO À FRATERNIDADE E AOS DIREITOS HUMANOS
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DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANO
OLHAR PARA O FUTURO
Sempre e ainda mais em tempos funestos e ameaçadores de crises ambiental e geopolítica, a Declaração Universal dos Direitos Humanos tem que ser defendida e utilizada como bússola imprescindível da Política Global. Esta é uma fase critica de metamorfoses que necessita de referências humanistas claras. A Declaração, em apenas 1877 palavras, resume de forma muito precisa o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, como se lê no esclarecido Preâmbulo que as Nações Unidas, em dezembro de 1948, reconheceram e declararam como propósito a realizar.
A partícula humana formada pelos professores do Ensino Básico e Secundário a quem dedicamos este livrinho é parte simbólica do caudal humano para quem o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, nas exatas primeiras palavras do Preâmbulo da Declaração.
Esta iniciativa celebrativa do 75º aniversário da DUDH representa um humilde contributo para se construir uma alavanca imaginária que ajude a construir um mundo melhor, mais justo, pacífico e fraterno. As escolas semeadoras é onde melhor se pode cultivar o futuro.
Os promotores desta iniciativa consideram que é absolutamente necessário incutir sentido político universal – no mais nobre sentido do termo – à ideia de Fraternidade como substância imaterial e ontológica, relativa às novas cognições e desafios da Natureza Humana, equivalente a uma espécie de subpartícula comunicante da Política, do mesmo modo que é o “eletrão” para a omnipresente mecânica quântica do nosso quotidiano no novo mundo informacional.
O segundo período do artigo primeiro da Declaração Universal em que se lê, dotados de razão e de consciência, os humanos devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade” sinaliza os caminhos do futuro da Sociedade Humana.
Nos seus 30 artigos a Declaração Universal dos Direitos Humanos apenas consigna dois Deveres: este – o dever de agir em espírito de fraternidade; e o do artigo 29º que postula: o indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
É com este espírito construtivo do futuro que celebramos o 75º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, reforçando a importância humanista deste documento referencial e imprescindível da civilização.